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| Lydia Wanderley |
Tudo começou numa quarta-feira que seguia sua rotina, mas aquele dia comum me reservou uma agradável surpresa: a primeira exibição do cineclub no encontro do GPDOC!
Eu e minhas colegas entramos, às 15h, na sala 12027B (UERJ, Faculdade de Educação) como tutoras convidadas para o curso de formação de tutores. Uma sala simples, sem conforto: uma televisão comum conectada ao computador. Tecnologia suficiente para começar ali uma discussão que me faria questionar minha prática como tutora a distância.
Sabemos que não encontramos um objeto de pesquisa, mas o objeto de pesquisa que nos encontra. E foi o cineclub que nos encontrou! E desde então tem nos formado... nos feito refletir sobre propostas de trabalho... pensar e repensar como trabalhar o cinema e as inquietações que nos provoca.
Desejamos compreender o cineclub como uma possibilidade de trabalho formativo, vendo como Souza (2008, p.100) que a “interação entre as pessoas possibilita, através do diálogo, expor e refletir sobre diferentes pontos de vista, trocar experiências, ampliar a tomada de consciência, além de fortalecer e favorecer a afetividade entre as pessoas, as relações interpessoais”. Uma atividade do nosso cotidiano que possibilita a reflexão sobre diferentes assuntos, sendo uma oportunidade de instigar a intelectualidade na formação dos docentes.
Bom fazer parte disso!!

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